Em casa, a regra sempre foi clara: palavra dada, palavra cumprida. Foi essa regra que levei da casa onde cresci para a delegacia e, depois, para Brasília.
Uma lei que já salva vidas — e que precisa ser revisada
Fui relator de ajustes na Lei Maria da Penha na Câmara dos Deputados. Trabalhar por anos na Polícia Civil, atendendo diretamente casos de violência doméstica, mostra na prática onde uma lei boa ainda deixa brechas. Foi esse olhar de quem já esteve do outro lado do balcão que tentei levar para o texto.
Segurança da família como prioridade
Ajustar uma lei não é um gesto simbólico: é fechar brecha por brecha para que a proteção prevista no papel chegue de fato a quem precisa dela. Continuo defendendo que a segurança da família — a de cada família goiana — seja tratada como prioridade, e não como pauta secundária.
Fé que não muda de lado quando a conta fica cara
A convicção que carrego há décadas não é uma bandeira de campanha. Conto de onde ela vem e por que ainda orienta…
Da escrivaninha da delegacia ao plenário: a origem de um projeto que virou lei
Antes de relatar o Novo Código de Processo Penal em Brasília, a rotina era de balcão de delegacia. Conto como uma coisa…
Eu comecei como escrivão, em 1983
Antes de qualquer mandato, eu passei vinte anos dentro de delegacia. Comecei registrando ocorrência à mão. É de lá que vem quase…